Você já sabe mais inglês do que consegue usar numa entrevista. O problema quase nunca é vocabulário — é sustentar uma conversa de alto risco, em tempo real, falando de si mesmo. É isso que dá para treinar.
Entrevista não mede o inglês que você tem. Mede o inglês que você consegue acessar sob pressão, em quinze segundos, enquanto pensa no que responder.
Você entende a pergunta, sabe o que quer dizer, e ainda assim a primeira frase não sai. O silêncio pesa, você se apressa, e sai pior do que sairia com calma. Isso é falta de automatismo, não falta de conhecimento — e automatismo se constrói repetindo em voz alta, não lendo.
"Me fale sobre você" exige narrar uma trajetória com começo, meio e fim, escolhendo o que é relevante. Em português já é difícil. Em inglês, a maioria decora uma versão e desmonta na primeira pergunta de acompanhamento.
Cada função tem os próprios termos, siglas e maneiras de descrever resultado. Um programa genérico gasta meses em situações que você nunca vai viver e não chega no que você precisa dizer na terça-feira.
Você pode escrever respostas e revisar sozinho. O que não dá para simular é alguém te interrompendo, pedindo para detalhar, ou fazendo a pergunta que você não previu. Essa parte precisa de outra pessoa do outro lado.
Entrevista tem data. Por isso a preparação não é um curso: é uma sequência que aproxima você, etapa por etapa, da conversa que vai acontecer.
Tudo começa por uma videochamada: qual é a vaga, quando é a entrevista, o que trava hoje. Depois, uma prova nas quatro competências, corrigida pela nossa equipe de professores. Você sai sabendo o que dá para melhorar no prazo que existe — e o que não dá. É gratuito.
"Tell me about yourself" pede uma versão de trinta segundos, outra de dois minutos e a capacidade de aprofundar qualquer trecho quando perguntam. As três são construídas na aula, em voz alta, até pararem de soar decoradas.
Projeto, desafio, o que você fez e o resultado. Contar isso no passado, com métrica e sem se perder no meio da frase é o que separa uma resposta boa de uma confusa. É o treino das perguntas comportamentais.
O professor conduz a aula como um entrevistador: pergunta, interrompe, pede exemplo, faz a pergunta que você não previu. Como a aula é individual, a hora inteira é você falando — e a correção vem na hora.
Você escolhe o dia e a hora de cada aula. Dá para marcar uma na véspera ou na manhã da entrevista e chegar nela já aquecido em inglês, em vez de abrir a câmera depois de um dia inteiro em português.
Uma apresentação pessoal que aguenta a pergunta seguinte
Três ou quatro histórias de resultado, prontas para qualquer pergunta comportamental
O vocabulário da sua área, dito com naturalidade
Um jeito elegante de pedir para repetir ou reformular
Respostas para o que não foi previsto, sem travar
Boas perguntas para fazer ao entrevistador
Vale, e o nivelamento é o primeiro passo justamente por isso: ele mostra o que dá para melhorar no prazo que existe e o que não dá. Preferimos dizer isso antes de você assinar. O Boost, com cinco aulas por semana, é o plano desenhado para prazo curto.
Sim. Como a aula é individual e ao vivo, o professor conduz a simulação como uma entrevista de verdade: faz as perguntas, interrompe, pede exemplos e aprofunda com perguntas de acompanhamento. A correção vem na hora — o que funcionou, o que ajustar e como dizer melhor. E, como o seu objetivo está registrado desde o nivelamento, a preparação é feita para a entrevista que você tem pela frente.
Não. É o nivelamento que descobre, e ele é gratuito. Se você discordar do nível sugerido e quiser começar em outro ponto, também dá — não criamos barreira.
Serve. A trilha é montada a partir da vaga que você tem pela frente, então o vocabulário, as histórias e as perguntas simuladas são os da sua área — tecnologia, engenharia, finanças, marketing ou qualquer outra.
Em uma conversa e uma prova você descobre onde está, o que falta e se dá para chegar lá até a data da entrevista. O nivelamento é gratuito — e você decide depois se estuda com a gente.