Você já sabe mais inglês do que consegue usar numa entrevista. O problema quase nunca é vocabulário — é sustentar uma conversa de alto risco, em tempo real, falando de si mesmo. É isso que dá para treinar.
Entrevista não mede o inglês que você tem. Mede o inglês que você consegue acessar sob pressão, em quinze segundos, enquanto pensa no que responder.
Você entende a pergunta, sabe o que quer dizer, e ainda assim a primeira frase não sai. O silêncio pesa, você se apressa, e sai pior do que sairia com calma. Isso é falta de automatismo, não falta de conhecimento — e automatismo se constrói repetindo em voz alta, não lendo.
"Me fale sobre você" exige narrar uma trajetória com começo, meio e fim, escolhendo o que é relevante. Em português já é difícil. Em inglês, a maioria decora uma versão e desmonta na primeira pergunta de acompanhamento.
Cada função tem os próprios termos, siglas e maneiras de descrever resultado. Um programa genérico gasta meses em situações que você nunca vai viver e não chega no que você precisa dizer na terça-feira.
Você pode escrever respostas e revisar sozinho. O que não dá para simular é alguém te interrompendo, pedindo para detalhar, ou fazendo a pergunta que você não previu. Essa parte precisa de outra pessoa do outro lado.
O nivelamento começa por uma videochamada em que o objetivo não é testar, é entender: qual é a vaga, quando é a entrevista, o que trava hoje. Depois vem uma prova que cobre speaking, listening, writing e reading, corrigida pela nossa equipe de professores — não por uma máquina. Você recebe um relatório com comentário em cada questão discursiva. É gratuito e não exige compromisso.
A partir do nivelamento desenhamos o percurso: conteúdo, ordem e ritmo definidos pelo seu objetivo. Se a entrevista é em seis semanas, a trilha reflete isso. Ela não é cronograma fixo — muda quando se entende que outro caminho serve melhor.
As aulas são individuais e ao vivo, só você e o professor, cerca de uma hora, por videochamada. Não há turma dividindo o tempo de fala. Para quem está treinando entrevista isso é a diferença entre praticar dez minutos e praticar sessenta.
Cada tópico tem uma cadeia de exercícios que passa por reading, writing, listening e speaking, na plataforma. Leva de 30 a 50 minutos. Speaking e writing vão para um professor corrigir; o que é objetivo é corrigido na hora.
Professor dedicado, que conhece a sua vaga e o seu histórico. Ele não precisa ser reapresentado ao seu objetivo a cada aula — e é ele quem percebe quando a resposta que você ensaiou ainda soa ensaiada.
Apresentação pessoal que sobrevive a perguntas de acompanhamento
Narrar projeto e resultado com clareza, no tempo verbal certo
Vocabulário da sua área, não de um curso genérico
Responder o que não foi previsto sem travar
Pedir para repetir ou reformular sem perder a postura
Perguntar ao entrevistador — a parte que quase todo mundo esquece
Vale, e o nivelamento é o primeiro passo justamente por isso: ele mostra o que dá para melhorar no prazo que existe e o que não dá. Preferimos dizer isso antes de você assinar. O Boost, com cinco aulas por semana, é o plano desenhado para prazo curto.
A aula é individual e ao vivo com um professor que conhece o seu objetivo — a prática de entrevista acontece dentro dela, com interrupção, pergunta de acompanhamento e correção na hora. É o formato que torna isso possível.
Não. É o nivelamento que descobre, e ele é gratuito. Se você discordar do nível sugerido e quiser começar em outro ponto, também dá — não criamos barreira.
Pode. Além do nivelamento gratuito, oferecemos aula experimental: você conhece o professor e o formato antes de assumir qualquer compromisso.
Comece pelo nivelamento gratuito. Em uma conversa e uma prova você sai sabendo onde está, o que falta e se dá para chegar lá no seu prazo — decidindo estudar com a gente ou não.