Um percurso que começa medindo onde você está, segue numa trilha desenhada para o seu objetivo e acontece em aulas individuais que você mesmo agenda. Abaixo, cada etapa em detalhe.
Antes de ensinar qualquer coisa, descobrir exatamente onde você está.
Começa por uma conversa. Uma videochamada em que o objetivo não é testar nada — é entender o que trava você hoje, onde o inglês aparece na sua vida e aonde você precisa chegar. Sai dali um mapa: ponto de partida, destino e prazo.
Depois vem a prova, dentro da própria plataforma. Ela cobre as quatro frentes da língua — speaking, listening, writing e reading —, porque medir só gramática diria pouco sobre a sua capacidade de sustentar uma conversa.
A correção é feita pela nossa equipe de professores, não por uma máquina. Você recebe de volta um relatório com uma carta comentando o conjunto, e cada questão discursiva comentada individualmente — o que funcionou, o que não, e por quê.
O relatório vem acompanhado de uma proposta de trilha: o caminho até o seu objetivo, dentro do prazo que o mapeamento indicou.
Tudo isso é gratuito e não exige compromisso. Você termina com um retrato do seu inglês e uma proposta de caminho — estudando com a gente ou não. E, se quiser sentir como é antes de decidir, a aula experimental existe para isso.
Um percurso definido pelo seu objetivo, não por uma turma.
A trilha inteira é montada logo depois do nivelamento. Ela é dividida em tópicos, e cada tópico tem material didático e exercícios próprios.
Professor e aluno acompanham juntos. Quando fica claro que outro caminho serve melhor — o objetivo mudou, um tópico pedia mais tempo, a rotina virou —, a trilha é alterada ou substituída. Ela não é um cronograma a cumprir; é o desenho de como você chega aonde quer.
Você escolhe o horário. O professor é sempre o mesmo.
Você agenda no horário que quiser do dia, e nós encontramos o professor. No horário marcado, vocês dois se encontram para trabalhar o que a trilha pede naquele ponto.
A aula é organizada em torno de um tópico, e o alvo é concluí-lo. Na prática, um tópico por hora de aula é o ritmo que costuma acontecer.
Exercício que cobre as quatro frentes, com correção humana onde importa.
Cada tópico traz uma sequência de exercícios que passa por reading, writing, listening e speaking. São exercícios da plataforma, feitos para ensinar e não só para verificar. O tempo esperado fica entre 30 e 50 minutos, e varia com cada pessoa.
A correção é humana onde a máquina não serve e automática onde ela basta. Speaking e writing vão para um professor. O que é objetivo — marcar a alternativa, completar a lacuna — é corrigido na hora da entrega, para você não esperar por uma resposta que o sistema já tem.
Não é o método que é secreto — é o que ele permite fazer no dia a dia.
Cada aula é marcada por você, no dia e na hora que couberem. Não existe turma esperando, então não existe horário fixo a defender.
Professor e aluno, do começo ao fim. Todo o tempo da aula é seu tempo falando, e o professor conhece o seu caso — não uma média de trinta pessoas.
O material aceita anotação, e os dois lados veem no mesmo instante. O que foi marcado numa aula continua lá na seguinte, para os dois.
Duas pessoas com objetivos diferentes não recebem o mesmo percurso. É o oposto de uma solução em massa: cada trilha é desenhada a partir de um nivelamento individual.
Boost, Master e Steady percorrem exatamente este caminho. O que muda entre eles é a frequência das aulas — e, com ela, o tempo até a fluência.
Ver os planos